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EBTIDA da Celulose Irani aumenta 38% em 2007

abr 08

A Celulose Irani (Bovespa RANI3 e RANI4) anunciou seus resultados referentes ao ano de 2007. O EBTIDA Consolidado foi 38% maior, atingindo R$ 52 milhões. A Margem EBITDA cresceu 2,4 pontos percentuais, para 14,9%.

No ano, a Irani registrou Receita Bruta Consolidada de R$ 440 milhões, o que correspondeu a um aumento de 16,6% em relação a 2006. A produção total de papel foi de 175 mil toneladas. Revertendo o Prejuízo Líquido de R$ 3,1 milhões no ano anterior, a IRANI registrou em 2007 Ganho Líquido de R$ 14,6 milhões.

O bom resultado deveu-se principalmente ao aumento de produtividade na fábrica de papel e ao crescimento da venda de embalagens. A atividade econômica mais intensa permitiu melhores margens. "No mercado internacional, o aumento de preços compensou a queda progressiva do dólar", afirma Odivan Cargnin, Diretor Administrativo Financeiro e de Relações com Investidores da Celulose Irani.

A empresa realizou em 2007 auditoria retroativa ao exercício de 2006 com a Deloitte Touche Tohmatsu Auditores Independentes, com a finalidade de obter o parecer dos mesmos auditores independentes para os últimos dois exercícios sociais, já que a Deloitte iniciou os trabalhos e auditoria com a IRANI em 2007. "Estamos gradativamente aumentando o grau de Governança Corporativa da Empresa, melhorando e aumentando a quantidade de informações que divulgamos ao mercado, permitindo que investidores, instituições financeiras, e demais stakeholders acompanhem de perto o nosso desempenho", completa Cargnin.


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A Celulose Irani foi a primeira empresa do Brasil a certificar o seu Inventário de Gases de Efeito Estufa (GEE), de acordo com a norma internacional ISO 14.064, de 2006. A certificação foi feita pela BRTUV em janeiro de 2007 e constatou que a IRANI emitiu, no ano de 2006, 102.473 toneladas de carbono equivalente e removeu da atmosfera 638.630 tCO2e, resultando numa remoção líquida de 536.152 tCO2e. As atividades da IRANI passaram, então, a ser consideradas carbono-neutras, ou seja, retiram mais carbono da atmosfera do que emitem.

A companhia investiu R$ 5,5 milhões em florestamento e reflorestamento, propiciando um aumento de 7% na área reflorestada. Devido à sua atuação sócio-ambiental, a empresa foi reconhecida em várias premiações, entre elas Prêmio Valor Social, ECO 2007, Qualidade Exportação, Anuário Gestão Social, Fritz Muller, ADVB Empresa Cidadã, entre outros.

Cerca de 60% do total investido em 2007 foi direcionado ao Projeto Superação, que prevê o aumento de 87% na capacidade de produção de embalagens e 18% na capacidade de produção de papel até dezembro de 2009. Para viabilizar a expansão, está sendo instalada uma nova planta industrial no município de Indaiatuba, São Paulo, com conclusão prevista para maio de 2008. A nova unidade se dedicará à produção e distribuição de embalagens e terá capacidade para produção de 8 mil toneladas de papelão ondulado.

A Unidade de Papel de Vargem Bonita (SC) também será incrementada, com a modernização das Máquinas de Papel I e V, o que propiciará um menor custo de produção, a ampliação das expedições e uma nova planta de caustificação."Depois de 66 anos, iniciamos uma nova fase da história da Irani. Com as mudanças implementadas, praticamente dobraremos a capacidade atual de produção de embalagens, um dos principais negócios da companhia, e estaremos prontos para competir no mercado atual de maneira eficiente", afirma Péricles Pereira Druck, Diretor-Superintendente da IRANI. Para suportar o projeto, a IRANI foi financiada no total de investimentos previstos, avaliados em US$ 70 milhões, pelo Banco de Investimentos Credit Suisse, correspondendo ao total de investimentos previsto, de R$ 127 milhões.

 
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